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	<title>Ser Lesado</title>
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	<description>Curiosidades e Informação sobre Lesão Medular</description>
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		<title>Técnica mostra resultados para traumas, lesões medulares e AVC</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Vinte pacientes participam de um projeto de pesquisa de uma técnica, criada e aperfeiçoada na Bahia Nas comemorações do Dia das Mães deste ano, o cadeirante Ivonildo Santana, 33 anos, incluirá mais alguém nas suas orações. Além da mãe biológica, parte dos pedidos irá para uma outra mãe: a fisioterapeuta Cláudia Bahia, uma mãe substituta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Vinte pacientes participam de um projeto de pesquisa de uma técnica, criada e aperfeiçoada na Bahia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas comemorações do Dia das Mães deste ano, o cadeirante Ivonildo Santana, 33 anos, incluirá mais alguém nas suas orações. Além da mãe biológica, parte dos pedidos irá para uma outra mãe: a fisioterapeuta Cláudia Bahia, uma mãe substituta durante os desafios encarados nas sessões de fisioterapia realizadas no laboratório de knesioplasticidade, que funciona anexo à clínica instalada na sede da Estácio/FIB, na Rua Xingu, no Stiep.</p>
<p style="text-align: justify;">Ivonildo e mais 19 pacientes participam de um projeto de pesquisa de uma técnica, criada e aperfeiçoada na Bahia, que tem como objetivo devolver a mobilidade dos membros superiores e inferiores às pessoas vítimas de lesões medulares. As primeiras experiências foram feitas com os pacientes que se submeteram ao transplante de células-tronco, em 2010. Hoje, a técnica apresenta resultados nos tratamentos de traumas diversos, hérnia de disco, paraplegia, tetraplegia, Doença de Charcot-Marie (distúrbio genético do sistema nervoso), acidente vascular cerebral e até para o emagrecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a própria criadora da técnica, Cláudia Bahia, que desenvolveu o estudo com a também fisioterapeuta Thaís Miranda, a proposta da kenesioplasticidade consiste em reensinar as células a executarem os movimentos comprometidos pela lesão. “As células têm memória e, através dela, executamos posturas e exercícios que permitem que a musculatura danificada reaprenda a realizar o movimento, além de estimularmos os músculos sadios a ajudarem no processo de recuperação”, explica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NOVATECNICA.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5440" alt="NOVATECNICA" src="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NOVATECNICA-300x213.jpg" width="500" height="350" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como todo o atendimento é gratuito, a equipe está buscando parcerias que garantam a continuidade do trabalho de pesquisa. Atualmente, há um convênio em andamento com o governo do estado e busca apoio de outros centros de pesquisa que possam colaborar com a estrutura. “A Secretaria Estadual da Saúde está nos ajudando a buscar um espaço onde possamos ampliar o atendimento”, explica a fisioterapeuta. Outra parceria que está sendo estudada é com o hospital universitário Johns Hopkins, considerado um dos maiores do mundo e referência, em Baltimore, Maryland (Estados Unidos).</p>
<p style="text-align: justify;">Durante esta semana, o pesquisador associado daquela unidade de saúde, o radiologista brasileiro Antônio Machado, esteve no local, conhecendo o trabalho. “A ideia é adicionar a minha expertise em pesquisa médica ligada à área de radiologia e diagnóstico por imagem músculo-esquelética ao trabalho realizado aqui”, explica o pesquisador. Segundo Machado, a experiência de quatro anos no Hopkins mostrou que existem possibilidades de desenvolvimento de diversas pesquisa de caráter multicêntrico. “Trabalho que, por exemplo, já é feito na área de imagem cardíaca entre as instituições InCor e a Universidade Johns Hopkins”, completa o pesquisador. Na opinião dele, para que o mesmo possa ser feito com o laboratório de knesioplasticidade, é necessário equiparar o parque de equipamentos em termos de qualidade (não necessariamente em termos de quantidade) para que protocolos de pesquisa possam ser igualmente usados.</p>
<p style="text-align: justify;">Antônio Machado explica que o papel da radiologia nas pesquisas invasivas visa o uso de técnicas de marcação celular ou uso de imagens apropriadas de ressonância magnética em trajeto de nervos periféricos que são relacionados a validação e acompanhamento da evolução de um paciente. “Isto se faz necessário porque não é possível obter material de biópsia do sistema nervoso central para finalidade de verificar os avanços do paciente”, diz, lembrando que, nesse momento, as técnicas de radiologia e diagnóstico por imagem têm papel essencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esperança</strong><br />
Na tarde de 4 de julho de 2004, Ivonildo Santana estava numa festa, na casa de um primo, quando teve uma sensação estranha de que a coluna estava vibrando. Assustado, percebeu que ia desmaiar e pediu ajuda aos familiares que estavam próximos. Deixou a casa direto para o Hospital Roberto Santos, já sem os movimentos das pernas. Uma hérnia provocou um choque medular.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo desses nove anos, Ivonildo buscou tratamento em diversas instituições e aprendeu a ficar independente, mesmo precisando da cadeira de rodas para se locomover. No dia que a equipe de reportagem esteve no laboratório de knesioplasticidade, Ivonildo comemorava o feito de ter conseguido levantar o quadril de uma superfície plana. Desde que começou o tratamento, vem ganhando massa muscular e força no abdômen, além do equilíbrio no tronco. O desenvolvimento e os sucessos ajudam o jovem a suportar as dores crônicas que sente. “Eu faço minha parte e os companheiros de jornada ajudam a tornar essa batalha mais suportável”, relata, dizendo que, sempre que encontra alguém na mesma situação, leva ao laboratório. “Aqui, somos uma família, quando não venho, minha ‘mãe’ adotiva liga para saber de mim, e esse cuidado é muito importante”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Francisco Queiroz, 26 anos, também partilha a esperança com o colega. Em 2007, no município de Lauro de Freitas, o jovem dormia no banco do carona, voltando de uma festa, quando o carro onde estava foi atingido por um ônibus que invadiu o sinal. Francisco perdeu todos os movimentos do pescoço para baixo. Durante três anos, nem mesmo articular a fala ele conseguia. “Não segurava o pescoço e era constantemente acometido por infecções por conta das dificuldades da falta do movimento”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, Francisco trabalha como vendedor autônomo e mantém uma disciplina no tratamento de knesioplasticidade para fortalecer a musculatura. “Quero voltar a andar”, afirma determinado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o ortopedista Djalma Amorim, que atua com cirurgia da coluna e vem avaliando os resultados da técnica, há uma clara percepção de melhora, no entanto, é preciso que os resultados sejam quantificados para que o meio científico possa garantir a eficácia da técnica. “Mesmo os pacientes que não foram transplantados com células-tronco relatam as melhoras”, afirma. Para ele, se a procura pelo tratamento fosse feita logo após as lesões, possivelmente os resultados seriam mais efetivos. “Infelizmente, quando a maioria dos pacientes chega, o problema já está num grau avançado”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Correio 24hs</p>
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		<title>Os desafios da maternidade sobre duas rodas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 22:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Há exatos um mês e uma semana, olho para ela e penso em como é bom sonhar e ter com quem compartilhar&#8221;, diz a paulistana Ana Paula Verdovatto Bozolan, de 32 anos, ao mencionar o nascimento da filha, Liz. A afirmação em nada tem de diferente de outra mãe de primeira viagem se não fosse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/121836_RODASa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5436" alt="121836_RODASa" src="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/121836_RODASa-220x300.jpg" width="220" height="300" /></a>&#8220;Há exatos um mês e uma semana, olho para ela e penso em como é bom sonhar e ter com quem compartilhar&#8221;, diz a paulistana Ana Paula Verdovatto Bozolan, de 32 anos, ao mencionar o nascimento da filha, Liz. A afirmação em nada tem de diferente de outra mãe de primeira viagem se não fosse o contexto. É que Ana Paula, que reside desde a infância em Boituva, na região sorocabana, é cadeirante há 13 anos. Vítima de um acidente de carro que ocorreu na estrada entre Capivari e Tietê, ela sofreu lesão espinhal na T10 &#8211; vértebra próximo da lombar -, o que lhe impede, desde então, de andar ou ter sensibilidade na linha abaixo do umbigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fato que, por várias ocasiões, lhe deixaram com medo quanto às incertezas que rondam a vida de um paraplégico. É que, se ser mãe já é uma experiência inigualável, que passeia por dificuldades e pelas maravilhas, imaginem só ser mãe cadeirante. As possibilidades de complicação na gestação e em como acompanhar o desenvolvimento da criança de forma limitada são algumas das dúvidas que rondam a cabeça, e o coração, destas mulheres que reinam sobre duas rodas, mas que, a cada dia, ganham mais coragem e espaço na sociedade para enfrentar desde preconceitos até leis inconvenientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, trata-se de uma população quase invisível. Depois de anos sem discriminá-los de fato nos Censos realizados, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) enfim detalhou em 2010: cerca de 45 milhões de brasileiros (23,9% da população) têm algum tipo de deficiência; sendo os cidadãos com deficiência motora 13,2 milhões de pessoas, o que equivale a 7% dos brasileiros. Ainda não há detalhamento de gênero, ou seja, não se sabem quantos são mulheres e suas idades. Mas sabe-se que é uma população que também namora, casa e tem filhos, apesar das dificuldades físicas, sociais e culturais.</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de Ana Paula, que apesar do diagnóstico irreversível, se manteve otimista. &#8220;No começo eu me animei, acreditei nas possibilidades. Depois de um tempo, aceitei e fui cuidar da minha vida&#8221;, diz ela que é professora concursada da rede pública de ensino fundamental, formada em pedagogia e pós-graduada em psicopedagogia. Como se não bastasse, ela também deu voz ao coração. Conheceu há 8 anos Thiago Dias Cardoso, hoje com 26 anos, e com quem se casou há 4. &#8220;Estávamos numa festa e ele veio conversar. No início achei estranho, mas depois não deu para controlar&#8221;, assume. E como muitos casais, chegou um momento em que ambos começaram a desejar filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela conta que foi um ano e meio de tentativas. &#8220;Procuramos um ginecologista que aceitou nos acompanhar e fizemos vários exames. Tudo estava normal, mas eu não engravidava. Combinamos então que após um ano e meio, tentaríamos inseminação artificial. Porém, antes disso, quando desistimos das formas naturais, descobri que estava grávida&#8221;, diz ela em tom de comemoração. Mas não foi um mar de rosas, é claro. A mãe cadeirante também precisa de acompanhamento e pré-natal específico. &#8220;Ninguém passa ileso por um acidente. Uma das coisas que se aprende é viver um dia de cada vez&#8221;, ensina a mãe dela, dona Ivone Bozolan, de 67 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Jornal Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>Mãe Tatiana Rolim</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 18:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/gQJcNpuKw3w" height="315" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
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		<title>Imagens mostram agressão de mãe a filho tetraplégico na Grande BH</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 00:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajude Alguém]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tetraplégico]]></category>

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		<description><![CDATA[Cenas fortes mostram homem levando socos, tapas e chineladas. Mulher está presa, sem fiança, em Rio Acima. Imagens feitas pelo computador de um homem tetraplégico de 27 anos mostram a própria mãe agredindo o filho, em Rio Acima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime, segundo a polícia, acontecia há cerca de um ano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
Cenas fortes mostram homem levando socos, tapas e chineladas.<br />
Mulher está presa, sem fiança, em Rio Acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagens feitas pelo computador de um homem tetraplégico de 27 anos mostram a própria mãe agredindo o filho, em Rio Acima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime, segundo a polícia, acontecia há cerca de um ano e meio. A mulher foi presa nesta terça-feira (7), depois que o rapaz conseguiu fazer uma denúncia para a polícia. As imagens são fortes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/bom-dia-mg/t/edicoes/v/imagens-mostram-agressao-de-mae-a-filho-tetraplegico-em-rio-acima/2560842/"><strong>Assista as imagens aqui</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">A gravação foi feita pelo computador do rapaz. Ele pediu à mãe para apertar uma tecla, dizendo que queria gravar músicas. Sem saber, ela estava acionando a câmera que registraria o crime. A mulher ainda coloca o celular ao lado do filho. Foi assim que ele conseguiu chamar a polícia. O aparelho é adaptado a deficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas imagens, primeiro vêm os tapas no rosto e na cabeça. Depois socos. Ela ainda aperta o pescoço do filho. O rapaz que é tetraplégico, não tem como se defender. Depois, a suspeita parte para chineladas, volta para os socos e, logo depois, começa agressão verbal. “Eu ‘rebento’ essa máscara com você e tudo. É, é, mais, muito mais. Eu tenho vontade de te esganar, de te matar. Maldito, maldito, maldito, maldito. Aliás, você já devia ter morrido. Se eu soubesse que ia recuperar para isso, você devia ter morrido. Você já devia ter morrido, se eu soubesse que ia recuperar pra isso, você deveria ter morrido”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os vizinhos, o rapaz ficou tetraplégico há um ano e meio depois de cair de um telhado e, desde então, passou a ficar sob os cuidados da mãe. Em depoimento, ele contou que durante todo este período, estava sendo agredido.<br />
De acordo com a polícia, ele havia tentado gravar as agressões outras vezes, mas sem sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma mulher, que ajuda a cuidar do rapaz, também prestou depoimento e disse à polícia que o homem já havia falado sobre os maus-tratos, mas pediu para que ela não denunciasse por medo. No apartamento, a Polícia Militar ainda apreendeu outros objetos que teriam sido utilizados na tortura, entre eles, uma garrafa de álcool.</p>
<p style="text-align: justify;">A suspeita está presa e, segundo o delegado por se tratar de um equivalente a um crime hediondo, não há fiança para ela. A pena prevista é de dois a oito anos. Já a cuidadora foi ouvida e liberada. O delegado afirmou que vai avaliar se ela deve ser indiciada por participação no crime.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>G1</p>
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		<item>
		<title>Unifesp recruta voluntários com lesão medular para pesquisa</title>
		<link>http://serlesado.com.br/unifesp-recruta-voluntarios-com-lesao-medular-para-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 15:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte Adaptado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Unifesp]]></category>

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		<description><![CDATA[EFEITOS DO EXERCÍCIO FÍSICO AGUDO EM INDIVÍDUOS COM LESÃO MEDULAR O departamento de Psicobiologia da Unifesp recruta voluntários com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes intensidades de exercício físico sobre parâmetros inflamatórios, imunológicos e bioquímicos em indivíduos lesados medulares. Participarão da pesquisa 30 voluntários do sexo masculino, sendo 15 indivíduos sem nenhum tipo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<strong>EFEITOS DO EXERCÍCIO FÍSICO AGUDO EM INDIVÍDUOS COM LESÃO MEDULAR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O departamento de Psicobiologia da Unifesp recruta voluntários com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes intensidades de exercício físico sobre parâmetros inflamatórios, imunológicos e bioquímicos em indivíduos lesados medulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Participarão da pesquisa 30 voluntários do sexo masculino, sendo 15 indivíduos sem nenhum tipo de deficiência(C) e 15 paraplégicos (LM) com lesão medular traumática completa entre as vértebras T7 e L1 (categoria A segundo ASIA 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados devem ter idade igual ou superior a 18 anos, ter no mínimo um ano de lesão medular, fazer a utilização da cadeira de roda como único método de locomoção e apresentar resultado normal no eletrocardiograma de esforço.<br />
Não poderão participar pessoas com doença cardiovascular, diabetes, doenças inflamatórias crônicas ou agudas e que fazem uso de medicamentos para tratamento de dislipidemia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições:</strong> (11) 5572-0177 / 98725-0125, com Eduardo da Silva Alves.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Unifesp</p>
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		<title>“Ferrugem e Osso” conta história de amor e superação</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 17:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cadeira de rodas]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse:  Conta a história de Alain (Matthias Schoenaerts), um homem desempregado que, para conseguir criar o filho de cinco anos, se muda para a casa da irmã. Ele consegue um trabalho como segurança em uma boate e, certo dia, quando aparta uma briga, conhece Stéphanie (Marion Cotillard), uma treinadora de baleias assassinas. Alain leva a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/phpThumb.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5422" alt="phpThumb" src="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/05/phpThumb.jpg" width="300" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinopse: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conta a história de Alain (Matthias Schoenaerts), um homem desempregado que, para conseguir criar o filho de cinco anos, se muda para a casa da irmã. Ele consegue um trabalho como segurança em uma boate e, certo dia, quando aparta uma briga, conhece Stéphanie (Marion Cotillard), uma treinadora de baleias assassinas. Alain leva a moça para casa e consegue seu telefone, mas, em pouco tempo, a vida dela estará completamente modificada, após sofrer um sério acidente que a deixa em uma cadeira de rodas. Sem ter pena da condição de Stéphanie, ele tenta ajudá-la a se sentir viva novamente.</p>
<p><strong>Trailler</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/XIZjuz7m3vM" height="315" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Fonte: </strong>Exame.com</p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pai de adolescente atropelado por trem pede ajuda para cuidar do filho tetraplégico</title>
		<link>http://serlesado.com.br/pai-de-adolescente-atropelado-por-trem-pede-ajuda-para-cuidar-do-filho-tetraplegico/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 13:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajude Alguém]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tetraplégico]]></category>

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		<description><![CDATA[Rapaz fez sete cirurgias para conseguir sobreviver ao acidente O pai de um adolescente de 16 anos que foi atropelado por um trem pede ajuda financeira para poder cuidar do filho, que ficou tetraplégico. Raphael Primo da Silva está há seis meses internado no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte do Rio. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<strong>Rapaz fez sete cirurgias para conseguir sobreviver ao acidente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pai de um adolescente de 16 anos que foi atropelado por um trem pede ajuda financeira para poder cuidar do filho, que ficou tetraplégico. Raphael Primo da Silva está há seis meses internado no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele passou por sete cirurgias e, mesmo já tendo a liberação dos médicos, continua na unidade hospitalar por não ter o suporte necessário em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">O acidente aconteceu em outubro do ano passado, na comunidade do Jacarezinho, na zona norte, onde a família mora. Desesperado, o pai do jovem, Gilmar Primo, entrou com uma ação na Justiça contra a Supervia, empresa responsável pelo trem.</p>
<p style="text-align: justify;">— Nós pedimos socorro à Supervia, mas, até hoje, ninguém entrou em contato com a gente.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Gilmar, que está desempregado, para levar o filho para a residência, é necessário ter equipamentos e condições financeiras para poder cuidar dele. Hoje, a família sobrevive com um auxílio que a filha, que necessita de cuidados especiais, tem.</p>
<p style="text-align: justify;">— Ele precisa de cama hospitalar, cadeira para banho, fralda e acompanhamento médico em casa, porque não temos condições de ficar subindo e descendo com ele. Hoje, a gente só tem dinheiro para comer.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe do Balanço Geral entrou em contato com a Supervia, que informou em nota ter prestado o socorro necessário ao jovem. Ainda de acordo com a administradora, o acidente só ocorreu porque Raphael atravessou a linha do trem em local indevido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assista ao vídeo:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://player.r7.com/video/i/51816e100cf2ba6544d276ec?layout=wide252p" height="315" width="448" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Fonte</strong>: R7</p>
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		<title>Pesquisadores da UFPR estudam novos tratamentos para pessoas com lesão na medula</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 14:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa que vem sendo realizada no Setor de Ciências Biológicas da UFPR pode trazer muitos benefícios a pessoas que sofrem lesão na medula, em geral vítimas de armas de fogo, ou de acidentes. O estudo quer saber se a administração do óleo de peixe nas 72 horas após o trauma na medula, ajuda a reduzir o processo inflamatório e, por consequência, as sequelas do trauma, como a paralisação dos membros. De acordo com o especialista em metabolismo e em doenças não transmissíveis, Luiz Claudio Fernandes, diretor do Setor de Ciências Biológicas e orientador da pesquisa, dentro de um ano será possível afirmar se esse óleo, o mesmo conhecido por reduzir níveis de colesterol e facilmente encontrado no mercado, vai diminuir a área infectada. Quanto menor o processo inflamatório, mais neurônios são preservados e menores serão os danos na medula. E assim, funções importantes poderão ser preservadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo está sendo desenvolvido pelo educador físico e pós-doutorando do Departamento de Fisiologia, Ricardo Tanhoffer, que já pesquisou o assunto no mestrado e também no doutorado que fez na Austrália. Ricardo passou a estudar os problemas decorrentes da lesão na medula depois de um acidente de carro que o deixou tetraplégico. Fez do próprio sofrimento a motivação para descobrir caminhos que possam dar melhor qualidade de vida para pessoas com problemas semelhantes. Quem teve lesão na medula em geral perde os movimentos das pernas, muitas vezes também dos braços e ainda fica susceptível a uma série de outros problemas como incontinência urinária, descontrole das funções intestinais, diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares, sem contar o abalo psicológico. “Por mais incrível que pareça, deixar de andar é o menor dos problemas para quem teve lesão na medula” afirma o pesquisador. O sistema imunológico dessas pessoas muda muito. Os testes com o suplemento estão sendo feitos em laboratório com ratos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATIVIDADES FÍSICAS –</strong> Além de saber se o óleo de peixe pode diminuir o grau da lesão na medula e melhorar o tratamento após o acidente, o desafio de Ricardo é entender o quanto uma atividade física faz bem ao lesado medular e avaliar a intensidade dos exercícios que podem ser prescritos. O pesquisador está firmando parceria com o Centro Hospitalar de Reabilitação de Curitiba e centros de referência em outros países para estudar as condições de vida dos pacientes sedentários e os praticantes de exercícios. Também em laboratório, no Setor de Ciências Biológicas, são estudados animais lesados que praticam exercícios, como a hidroginástica, e outros que não fazem nenhuma atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na pesquisa de mestrado feita também na UFPR, Ricardo estudou a administração de aminoácidos em ratos tetraplégicos, para mostrar que o consumo do suplemento glutamina melhora o sistema imunológico dos lesados porque estimula a produção dos linfócitos. Já no doutorado, em Sydney, na Austrália, passou a pesquisar o gasto energético de pessoas com lesão medular, que é muito menor do que nos sadios, porque a musculatura fica menor. Esse pode ser um dos motivos pelo qual a maior parte dos lesados se torna obesa, com o passar dos anos, destaca Ricardo e acaba desenvolvendo diabetes do tipo II. O gasto energético varia a cada pessoa e melhora a condição física.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ACIDENTES –</strong> Não existem estatísticas oficiais, mas a estimativa é que ocorram aproximadamente nove mil casos de lesão muscular no Brasil. Os acidentes com motocicletas e carros, além do crescimento da violência, principalmente nas grandes cidades, são as maiores causas deste tipo de problema. As finalidades dos estudos são melhorar as condições de vida destes pacientes, dar mais qualidade ao tratamento e reduzir os custos para o sistema de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de atuar nas pesquisas, Ricardo é preparador físico da seleção brasileira de rugbi conta com 20 atletas e também joga na equipe de Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Ascom UFPR</p>
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		<title>Como Eu Era Antes de Você</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 18:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[tetraplégico]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Moyes, Jojo Editora: Intrinseca Categoria: Literatura Estrangeira / Romance Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/04/COMO_EU_ERA_ANTES_DE_VOCE_1365538813P.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5413" alt="COMO_EU_ERA_ANTES_DE_VOCE_1365538813P" src="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/04/COMO_EU_ERA_ANTES_DE_VOCE_1365538813P.jpg" width="300" height="400" /></a></p>
<p><strong>Autor</strong>: Moyes, Jojo<br />
<strong>Editora</strong>: Intrinseca<br />
<strong>Categoria:</strong> Literatura Estrangeira / Romance</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinopse:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde Comprar:<a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4889143/como-eu-era-antes-de-voce/?pac_id=121885&amp;gclid=CPjv2dLq3rYCFQVV4Aod6EkASA"> </a></strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4889143/como-eu-era-antes-de-voce/?pac_id=121885&amp;gclid=CPjv2dLq3rYCFQVV4Aod6EkASA">Livraria Saraiva </a></p>
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		<title>Homem tetraplégico sente prazer sexual por meio do polegar</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 13:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Portella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[tetraplégico]]></category>

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		<description><![CDATA[Rafe Biggs, 43 anos, é um homem tetraplégico que não consegue sentir nada abaixo de seus quadris, incluindo seus órgãos genitais. No entanto, o britânico descobriu, recentemente, que é capaz de sentir prazer sexual por meio de seu polegar. Ele conta que, um ano depois de cair de um telhado e quebrar o pescoço, tornando-se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/04/424473-630x495.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5409" alt="424473-630x495" src="http://serlesado.com.br/wp-content/uploads/2013/04/424473-630x495-199x300.jpg" width="199" height="300" /></a>Rafe Biggs, 43 anos, é um homem tetraplégico que não consegue sentir nada abaixo de seus quadris, incluindo seus órgãos genitais. No entanto, o britânico descobriu, recentemente, que é capaz de sentir prazer sexual por meio de seu polegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele conta que, um ano depois de cair de um telhado e quebrar o pescoço, tornando-se tetraplégico, ele teve &#8220;sensações orgásticas&#8221; quando sua namorada massageou e chupou seu dedão. &#8220;Eu senti essas energias crescentes e que estava cada vez mais perto do orgasmo&#8221;, disse ao jornal The Sun.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando eu fiz isso, foi uma onda de prazer atrás da outra. Foi incrível. Nunca pensei que seria possível, mas a massagem no meu dedo parece muito com o que eu sentia com meu pênis; É muito excitante&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A terapeuta sexual Lisa Skye Carle, que passou a trabalhar com Biggs, afirma que seu cliente está experimentando um processo de &#8220;orgasmo transferido&#8221;, em que outra parte do corpo dá a mesma sensação do órgão genital.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Virgula</p>
<p style="text-align: justify;">
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