No tratamento são usadas células tronco mesenquimais.Policial passou nove anos na cadeira de rodas.
O transplante de célula tronco na medula óssea realizado no último dia 14 de abril, em Salvador, traz resultados que animam os médicos. Um policial militar de 47 anos, que não quis ser identificado, paraplégico depois de um acidente e passou os últimos nove anos numa cadeira de rodas. Após se submeter ao tratamento, ele voltou a movimentar as pernas.
O policial não fazia nenhum movimento da cintura para baixo. Ele também teve melhora na musculatura que controla o fluxo de fezes e urina e não precisa mais de fraldas e outros equipamentos. A esperança de voltar a ter uma vida normal nunca foi tão grande.
“Antes eu tinha um tronco que estava vivo e pernas que não respondiam. Agora eu percebo que elas estão vivas, pertencem a mim e depende de mim para que elas acordem”, destaca.
Agora, o policial já consegue mover os joelhos para cima, uma façanha para quem tem a musculatura atrofiada pela falta de uso. Outra mostra impressionante da recuperação da força nas pernas está em um exercício, que ainda exige equilíbrio. Para a equipe de fisioterapia o mais surpreendente na recuperação do paciente é que ele está pedalando.
Para que o paciente fosse submetido a um transplante de células tronco, uma pesquisa foi feita durante cinco anos e, antes de ser usada em humanos, a técnica mostrou bons resultados em animais.
No tratamento, os médicos usam células tronco mesenquimais, que têm grande capacidade de se transformar em vários tipos de tecido. Elas são retiradas do osso do quadril do próprio paciente e injetadas diretamente no local onde a coluna foi atingida. A técnica pioneira foi desenvolvida por cientistas da Fundação Osvaldo Cruz e do Hospital São Rafael, onde fica um dos mais modernos centros de terapia celular do país. Os pesquisadores estão espantados com a evolução rápida do paciente.
“Basicamente em uma semana ele já começou a ter resultados clínicos, uma melhora na sensibilidade, uma melhora na postura sentada e este paciente vem evoluindo”, observa Marcus Vinícius Mendonça, neurocirurgião.
Mas os médicos acham cedo para dizer se ele e as outras 19 pessoas com o mesmo problema que também irão receber células tronco vão voltar a andar normalmente Ricardo Ribeiro, coordenador do programa.
“Esse paciente pode ter ainda outras melhoras e os outros podem ter melhoras maiores, ou iguais ou piores. Então, a gente tem que esperar”.
Por enquanto o policial é entusiasmado pelo primeiros resultado e faz planos. “Eu sempre gostei de praia, ir à praia, poder tomar um banho de mar sem que ninguém te carregue, né? poder ir a um estádio, que eu sempre gostei de futebol, poder jogar um futebol, ir a shopping, fazer o que eu sempre fazia”, espera.
Fonte:G1




Tenho absoluta certeza que minha cura e de milhares de outras pessoas está próxima. Basta ter fé em Deus. “tudo é possível àquele que crê”
Tbm tenho certeza absoluta que cada dia que passa o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO ilumina as mãos desses cientistas para chegarmos a essa grande conquista.Aliás…….Nada é por acaso e ninguem faz nada sem a permissão do criador.Esses cientistas são com certeza uma ferramenta de Deus aqui na terra! Enquanto isso, façamos o melhor a cada amanhecer para que tbm atravez da dor nos tornemos melhor.Leandro…. grande bjo no teu coração!Torço muito por vc,pra meu filho e pra milhares de outros que estão nessa espera. Cecilia
E isso com células-tronco adultos, ou seja, não é preciso matar um ser humano para salvar outro.
As pesquisas com células-tronco embrionárias, além de imorais e desumanas, são inúteis geram uma ilusão a milhões de pessoas que esperam a cura de lesões tidas como irreversíveis.
respondendo seu contario porque vc não tem ninguem na familia com lesão poor iso se tivese vc tinha mai fé e acreditava mais.
ASSOMBREM O MUNDO SENHORES!!!!
EU ACREDITO EM DEUS E NOS PESQUISADORES E NAS CELULAS TRONCO QUE VAI BENEFICIAR MUITAS GENTE COM LESÃO DE COLUNA E OUTROS TIPO DE LESÕES TAMBEM PARABENS DOTORES E DOTORAS ESTOU ESPERANDO A MINHA VEZ